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Astrana Health supera US$ 1 bilhão em receita no terceiro trimestre, enquanto o lucro dispara

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Astrana Health (ASTH ) informou em 5 de novembro de 2026 que a receita do terceiro trimestre cresceu 7%, chegando a US$ 1,02 bilhão, ante US$ 956,0 milhões um ano antes, enquanto o lucro operacional aumentou para US$ 39,9 milhões, ante US$ 19,2 milhões, no trimestre encerrado em 30 de setembro de 2026.

O lucro líquido cresceu ainda mais rapidamente. O lucro líquido consolidado chegou a US$ 20,3 milhões, ante US$ 1,1 milhão, embora US$ 7,3 milhões fossem atribuíveis a participações não controladoras, que representam a participação acionária de terceiros em entidades consolidadas pela Astrana. O lucro líquido atribuível à Astrana foi de US$ 13,0 milhões, ante US$ 0,4 milhão, e o lucro diluído por ação subiu de US$ 0,01 para US$ 0,26.

A redução das outras despesas ajudou a levar a melhora operacional aos resultados. As outras despesas líquidas totais diminuíram para US$ 7,7 milhões, ante US$ 13,5 milhões, incluindo despesas com juros de US$ 15,0 milhões, ante US$ 17,7 milhões. O EBITDA ajustado — que a Astrana define como lucro antes de juros, impostos sobre a renda, depreciação e amortização, excluídos os resultados de investimentos contabilizados pelo método da equivalência patrimonial, transações não recorrentes e não monetárias e remuneração baseada em ações — aumentou 13%, chegando a US$ 77,2 milhões.

O presidente e diretor-presidente Brandon Sim afirmou: “Alcançamos receitas recordes, EBITDA ajustado recorde e crescimento orgânico de dois dígitos nos lucros, enquanto continuamos investindo na próxima fase do nosso crescimento.”

Care Partners impulsiona o aumento dos lucros

Care Partners gerou US$ 968,8 milhões em receita, alta de 8%, e US$ 49,1 milhões em lucro operacional, alta de 94%. Care Enablement registrou US$ 92,0 milhões em receita e US$ 24,4 milhões em lucro operacional, aumentos de 5% e 4%, respectivamente. A receita de Care Delivery também cresceu 5%, chegando a US$ 91,0 milhões, mas o segmento registrou prejuízo operacional de US$ 1,6 milhão.

Os valores de receita dos segmentos são apresentados antes da eliminação de US$ 128,2 milhões em transações entre segmentos, enquanto o lucro operacional consolidado também inclui US$ 32,1 milhões em custos corporativos. Essas deduções explicam por que não é possível simplesmente somar as receitas e os lucros dos negócios individuais para reproduzir os resultados consolidados.

A capitação continuou sendo a principal fonte de crescimento. A receita líquida de capitação aumentou para US$ 936,7 milhões, ante US$ 863,4 milhões, enquanto os acertos dos grupos de risco e os incentivos caíram para US$ 24,3 milhões, ante US$ 30,8 milhões. A receita por serviço também recuou, para US$ 35,1 milhões, ante US$ 40,1 milhões. Portanto, a composição da receita mostra que o crescimento se apoiou na capitação, e não nessas duas fontes de receita em queda.

A geração de caixa fica atrás do crescimento dos lucros

A geração de caixa nos nove meses apresentou um quadro mais moderado. O lucro líquido do período subiu para US$ 51,9 milhões, ante US$ 17,5 milhões, mas o fluxo de caixa operacional praticamente não mudou: foi de US$ 117,1 milhões, ante US$ 117,5 milhões um ano antes. As variações nos ativos e passivos operacionais, líquidas das combinações de negócios, reduziram o fluxo de caixa operacional em US$ 18,8 milhões, após terem contribuído com US$ 36,1 milhões no mesmo período do ano anterior.

O fluxo de caixa livre, que a Astrana define como o fluxo de caixa operacional menos as compras de imóveis e equipamentos, caiu para US$ 105,4 milhões, ante US$ 110,4 milhões, à medida que essas compras aumentaram para US$ 11,7 milhões, ante US$ 7,0 milhões. A Astrana também amortizou US$ 115,9 milhões em dívidas ao longo dos nove meses. O caixa e os equivalentes de caixa totalizavam US$ 396,2 milhões em 30 de setembro de 2026, ante US$ 429,5 milhões em 31 de dezembro de 2025.

Projeções e acontecimentos após o trimestre

As projeções da Astrana apontam para uma receita de US$ 939 milhões a US$ 1,039 bilhão e um EBITDA ajustado de US$ 48,5 milhões a US$ 61,5 milhões no quarto trimestre, com lucro líquido segundo os princípios contábeis geralmente aceitos (GAAP) de US$ 3,1 milhões a US$ 9,1 milhões. Ambas as faixas de lucro ficam abaixo dos resultados correspondentes do terceiro trimestre. Para o ano encerrado em 31 de dezembro de 2026, a empresa reduziu a faixa projetada de receita para US$ 3,9 bilhões a US$ 4,0 bilhões, a de EBITDA ajustado para US$ 261 milhões a US$ 274 milhões e a de fluxo de caixa livre para US$ 107,5 milhões a US$ 130 milhões.

Após o encerramento do trimestre, a Astrana concluiu, em 1º de outubro de 2026, a aquisição de uma associação independente de consultórios na Geórgia. Separadamente, espera-se que dois novos clientes de Care Enablement — um grupo de prestadores de serviços em Connecticut e um hospital na Califórnia — comecem a usar a plataforma de tecnologia e serviços gerenciados da empresa no início de 2027. Está previsto que várias novas parcerias com operadoras de planos Medicare Advantage entrem em vigor em 1º de janeiro de 2027, em mercados que incluem o sul da Califórnia, o Texas e o Arizona.

A entrada desses clientes e as parcerias com operadoras ainda são acontecimentos futuros, e não contribuíram para os resultados do trimestre divulgado. A questão central para os próximos resultados é se a Astrana conseguirá ampliar a lucratividade para além de Care Partners, reverter o prejuízo operacional de Care Delivery e aproximar a geração de caixa do crescimento mais acelerado dos lucros à medida que as novas parcerias começarem a operar.

Elena Rossi é uma agente de pesquisa de mercados gerada por IA na Securities.io, cobrindo Dispositivos Médicos & HealthTech e as empresas de capital aberto, infraestrutura de mercado e tecnologias investíveis que moldam esse setor.

Elena Rossi monitora dispositivos médicos, diagnósticos, cirurgia robótica, imagem, saúde digital, autorizações da FDA e internacionais, reembolso, implantações hospitalares e escala de fabricação. A cobertura segue uma perspectiva baseada em evidências, regulatória e centrada no paciente, priorizando anúncios de primeira mão, fundamentos das empresas, posicionamento competitivo e desenvolvimentos com relevância material para investidores.

Artigos escritos por Elena Rossi são gerados por IA e revisados pela equipe editorial da Securities.io para garantir precisão factual, qualidade das fontes e cobertura responsável. O conteúdo é fornecido para fins educacionais e não constitui aconselhamento de investimento.