Ativos digitais
Diretor de marketing da Fantom e CoinStats iniciaram mês de educação sobre DeFi em outubro de 2022

Em outubro de 2022, a Fantom Foundation anunciou que seu então diretor de marketing, Simone Pomposi, participaria do mês de educação sobre finanças descentralizadas, DeFi, organizado pela CoinStats. O objetivo era explicar a tecnologia e suas possibilidades. As expectativas dos organizadores sobre o futuro do DeFi eram avaliações deles.
https://twitter.com/FantomFDN/status/1576991789071962113
A CoinStats reunia informações sobre contas e carteiras de criptoativos em um só lugar. O artigo de 2022 informava que a plataforma tinha mais de um milhão de usuários naquele momento. A CoinStats via potencial de crescimento no DeFi, mas isso não constituía uma previsão garantida.
Para outubro de 2022, a CoinStats planejava artigos e conversas em áudio com especialistas no Twitter Spaces. O anúncio do organizador de 3 de outubro de 2022 apresentava a iniciativa.
https://twitter.com/coinstats/status/1576947572400607232
Por que aprender sobre DeFi?
A CoinStats defendia que o DeFi poderia ampliar o acesso a serviços financeiros, inclusive para pessoas sem conta bancária ou com acesso limitado a serviços bancários. Esse era um argumento do organizador a favor da educação, não uma promessa de independência financeira ou rendimento garantido para cada participante.
A Fantom e a CoinStats acreditavam que mais conhecimento ajudaria as pessoas a compreender as possibilidades e tomar decisões mais bem informadas.
O artigo citava um valor total de ativos alocados em protocolos DeFi, TVL, de aproximadamente US$ 38 bilhões e descrevia esse nível como cerca de quatro vezes o de julho de 2020. Trata-se de uma estimativa histórica apresentada no artigo de 2022, não de uma medição atual. TVL mede valor de ativos, não lucro dos usuários.
O artigo também afirmava que os gastos mundiais com tecnologia blockchain haviam se tornado mais de sete vezes maiores nos quatro anos anteriores, atribuindo parte desse avanço ao DeFi. A comparação se referia àquele período, não ao retorno de um investimento individual.
O que os participantes estudariam?
Segundo o programa descrito, a primeira semana abordaria fundamentos, protocolos, possibilidades e riscos. A segunda trataria de trocas de criptoativos em DeFi, formadores automatizados de mercado, AMMs, e soluções de segunda camada, Layer 2. Estudar esses temas não significava dominá-los automaticamente.
A terceira semana abordaria estratégias de rendimento como yield farming, serviços chamados DeFi Earn e o efeito dos juros compostos por meio do reinvestimento. A quarta trataria de corretoras descentralizadas, DEXs, organizações autônomas descentralizadas, DAOs, e REKT, expressão usada para grandes perdas financeiras. Era um programa educacional de outubro de 2022, não uma inscrição disponível agora nem uma promessa de lucro.
Saiba mais em nosso guia de investimento em Fantom.












